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Fluxo de íbis

E porque não retratar
Se você vai esquecer
Mais um pôr-do-sol
Na cidade caótica

Mais um crítico parou
Frente aos muros do império
Quantos rostos esquecidos
Quantos tempos determinados

Vários senhores criam curas
Vários temores são ocultos
Ferindo como um lanho

Sempre há portas abertas
E outras a abrir
E centenas são ciladas
Milhares de estradas rumo ao nada

O que se apresenta por definido
Quando for e como estiver
É único e indubitável
Fluxo das asas de um ibís







O que de Souza
Enviado por O que de Souza em 17/08/2006
Reeditado em 19/06/2016
Código do texto: T218367
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
O que de Souza
Curitiba - Paraná - Brasil, 29 anos
335 textos (8757 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 06/12/16 01:18)
O que de Souza

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