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Longa foi a espera que nunca irá ser recompensada


Nestes dias funestos escrevo na desolação
A Beleza que outrora me fazia suspirar
Hoje o cínico sorriso haveria de despedaçar o sonho
Folhas velhas tingidas de sangue inocente

Cárcere sombrio este em que sobrevivo
Em mim os vermes tripudiam sarcasticamente
Emoções perdidas em algumas imagens do passado
Agora tão seco como uma árvore sem vida

Melancólico zumbi a rastejar pelas sombras
Pássaro sem asas para voar
Acorrentado ao um caixão invisível e eterno

Estou aqui minha adorável donzela
Por que não vem me resgatar de mim mesmo?
Sem você este deserto torna-se insuportável...
 
Chronos Sigdhara
Enviado por Chronos Sigdhara em 18/08/2006
Reeditado em 05/11/2007
Código do texto: T219228
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Sobre o autor
Chronos Sigdhara
Gama - Distrito Federal - Brasil, 33 anos
91 textos (2205 leituras)
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Chronos Sigdhara