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Artematéria.


Uma talha vazia
De dor e também sem amor
Perdia-se na visão do nada
Porque o nada era a emoção.

Fundo bobo, sem fundo
Escuro, não tinha olhar profundo
Mas, dominava cena, por que?
Talvez,  prendesse o sonho do sonhador.

Nem um ponto passivo
O que poderia existir sem atenção?
Já era um túnel de dois sentidos
Deixando o pensamento em vão.

Porem a talha fosse concepção
Onde uma dimensão corria sem comparação
O poeta estava imóvel e de pé
Cabeça baixa, seus olhos duros, a procurar...

E então o fim chegou as barras da realidade
Acordando literalmente o poeta,
Ele declamou em praça pública
Que poesia igual a essa, nunca viu.
Condor Azul
Enviado por Condor Azul em 19/08/2006
Reeditado em 17/03/2007
Código do texto: T220351
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Sobre o autor
Condor Azul
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 54 anos
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Condor Azul