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Ammor

Não as métricas do passado que li tantas vezes no colégio..
Fogo aos livros classicistas
Todos aqui me ouvem? Sabem do que falo?

Espero que cada qual saiba não rimar
Doi em mim ter que o fazer
Mas que todos saibão a si expressar!

Que renuciem todos as gramáticas
Que vão para fundo do posso com as estruturas
Repito o chamdo de Bandeira, Andrade!

Repito tudo o que quiser
A poesia é do que sente, é do que escreve
É também do que a lê

Mas antes, é do que a sente, a vê, a imagina e a sabe sem regras
A vida é uma possibilidade, seja sua mestra também o espelho
A poesia, o poema, o soneto (que queime, que expresse)

Não se eleva quem de si dá a regra
Não se eleva quem de si dá o acento
Se eleva quem de si da a letra, a anima dos dedos incultos de momento

Seja como for escreverei o que achar que devo
O que achar que devo (espero que ainda esteja na leitura...)
Por que se não posso ter, quero saber

..saber aqui das sem regras do ammor
Gustavo Franco
Enviado por Gustavo Franco em 22/08/2006
Código do texto: T222859
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Gustavo Franco
São José dos Campos - São Paulo - Brasil, 27 anos
51 textos (2050 leituras)
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Gustavo Franco