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Um mundo de algodão

Posso imaginar e sonhar mil mundos completos
Em seus detalhes e entalhes mais pequenos
Posso criar o mais unanime herói
O mais perfeito castelo
A mais bela princesa

O mundo de algodão doce que crio e recrio aos moldes
Do que ainda não aconteceu
Crio sem lamentos
Crio sem lamentos
Crio aos meus intentos
Crio conforme o que crio

O que faz com que eu molde tais mundos?
Os tijolos são feitos da argamaça mais densa
A ansiedade, é esse o nome dela
Ela recria e cria mundos, cria e destrói tudo
Nos faz em mundos de escuridão ou de pura luz

Nos envia para algo irreal
E o real
Ela jamais dele ouviu falar

Nunca te atacou essa flamula de ansia de conseguir?
Só digo que não se livre totalmente dela
Quem anseia não anseia o mal,amigos
Anseia o bem
Anseia ser o bem e ter a tal felicidade

Controle, a seu favor
Crie o que se pode
Destrua o que não se pode
Viaje aonde se deve e também (sometimes) onde não se deve

Seja assim então
Mundo de algodão ou então de escuridão
O mundo da pura ansia de imaginação
Gustavo Franco
Enviado por Gustavo Franco em 25/08/2006
Código do texto: T225216
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Gustavo Franco
São José dos Campos - São Paulo - Brasil, 27 anos
51 textos (2050 leituras)
1 áudios (22 audições)
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Gustavo Franco