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Lágrimas de aço

História infinita de uma vida
Acorrentado sob uma constelaçao
Mísero aço que ainda brilha
O que me fará brilhar de emoção?

Me lapidaram deste jeito
Puseram brilho de esperança
Que apaga depois de marcar meu rosto
Cair onde cairá minha carne morta

Mãe que para o mundo me criou
Mundo que me ensinou ser só eu
Congelou e pedrificou de dentro para fora
Corpo de alma morta morrendo de amor

Amor que por todos os lados ecoam
Do nascer do sol à lembrança dos meus avós
E a paz que simbolizaram como pomba
Sobrevoam, mas não pousam sobre nós

Nós "canibais de nós mesmos"
Título que nos cabe tão bem
Você pode não concordar, mas acredite
Pois é so assistir o tele-jornalismo.
André A Gomes
Enviado por André A Gomes em 27/08/2006
Código do texto: T226110
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
André A Gomes
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 35 anos
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André A Gomes