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Madrugada escrava

Madrugada, negra chora.
Chora o filho perdido,
O salário, a panela vazia, o sexo não feito.
Pobre negra.
Chora as angústias.
Lava o corpo das amargas máculas da vida.
Chora...
Abre com lágrimas dias felizes.
Infelizmente, sonho distante.
Escravidão eterna...
Liberdade longínqua...
Fabiano Almeida
Enviado por Fabiano Almeida em 28/08/2006
Código do texto: T227584
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Sobre o autor
Fabiano Almeida
São Paulo - São Paulo - Brasil, 32 anos
4 textos (226 leituras)
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Fabiano Almeida