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Guilherme de Almeida (1890-1969) 

HAICAIS COMPLETOS 

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Os meus haicais

Ao poeta Itige ("Neve do Crepúsculo"), meu amigo

Ocidentalmente - ou acidentalmente, se quiserem - o velho Pierre Louys teve razão: - "La poèsie est une fleur d'Orient qui ne vit pas dans nos serres cahudes. La Grèce elle - mêne l'a recue d'Ionic et c'est de la aussi qu'Andre Chenier ou Keats l'aont transplantée parmi nous, dans le désert poètique de leur époque, mais elle meurt avec chaque poete qui nous la rapporte d'Asie. Il fault toujours aller la chercher à la source du soleil".

Lá, onde nasce a luz, nasceram a humanidade e a sabedoria, e com elas, a sua mais luminosa, mais humana e mais sábia forma: a poesia. E, como o sol, vem ela vindo para o ocidente, e, como ele, talvez, brilhando mais, tanto mesmo que obrigou os homens a fechar os olhos que não puderam resistir ao clarão. Incapazes de a contemplarem, dizem eles, agora, nestas longitudes, que "a poesia morreu". Não morreu: continuou a descer, com o sol; teve o seu crepúsculo; e está agora, estará sempre renascendo no Levante.

Olho para aí e aí descubro, no seu aspecto mais simples e, pois, mais exato, a poesia: toda consubstanciada no haicai.

Mas, o que é haicai? - Criada por Bashô (sec. XVII) e humanizada por Issa (sec XVIII), o haicai é a poesia reduzida à expressão mais simples. Um mero enunciado: lógico, mas inexplicado. Apenas uma pura emoção colhida ao vôo furtivo das estações que passam, como se colhe uma flor na primavera, uma folha morta no outono, um floco de neve no inverno... Emoção concentrada numa síntese fina, poeticamente apresentada em dezessete sons, repartidos por três versos: o primeiro de cinco sílabas, o segundo de sete e o terceiro de cinco. Impressão breve, mas tão extensível, desdobrável: "pastille fumante"... Assim por exemplo:

"Furu ike ya
Kawazu tobi komu
Mizu no oto"


que é a muito citada e recitada "Solidão", de Bashô, e que traduzida em prosa e livremente dá isto: - "No tanque morto/ o ruído de uma/rã que mergulha".

Vinte anos de poesia - uns trinta livros de versos escritos e uns vinte publicados - levam-me hoje à conclusão calma (que não é uma negação à minha nem um sarcasmo à obra dos outros) de que não há idéia poética, por mais complexa, que, despida de roupagens atrapalhantes, lavada de toda excrecência, expurgada de qualquer impureza, não caiba estrita e suficientemente, em última análise, nas dezessete sílabas de um haicai. "O Melro", "O Navio Negreiro", "A Vingança da Porta", o "Ouvir Estrelas", os trinta e três sonetos do meu "Nós" (no caso, não é pretensão, senão mero estoicismo, o colocar-me em tão superior companhia) poderiam ter sido reduzidos a simples haicais.

Questões, apenas, de coragem: coragem de renunciar a si mesmo, a uma porção de enfeites, de supérfluos mais ou menos bonitos, para só manter um essencial. Ao descrever o primeiro, maravilhoso verso da sua "Brise Marine", Mallarmé fez um haicai: "La chair est triste, helas! et j'ais la tous les livres!" Mas, não teve coragem de parar aí: sob esse essencial, alinhou quinze supérfluos. É a poesia dispersiva do Ocidente.

Uma tarde, há pouco tempo, eu me perguntei: - será possível o haicai em outra língua que não a japonesa? Franceses de hoje, como Jules Supervielle, Tristan Derime, Robert de Souza, Fernand Lot; alemães, como Ernst Wohlfarth, Otto Thonak, F. Rumpf; e ingleses, e italianos e até já alguns patrícios meus, têm tentado o haicai, mas sem disciplina, sem um eficiente trabalho de aclimatação, uma justa observância e adaptação dos processos e ritmos originais: apenas li-vre-men-te. Referindo-se a tais tentativas, declarou um grande espírito do Japão, na noite de 5 de maio de 1936, quando conviva de honra do jantar do P.E.N. Club de Londres, rematando o seu discurso no Pagani's Restaurant: "Penso que não é possível tentar a forma de dezessete sons em língua alguma que não a japonesa. O Poeta, que quisesse escrever poemas como os haicais, bem andaria em escolher uma pequena forma poética que melhor se adaptasse à sua língua materna"...

Ora, eu quero até certo ponto contrariar - e contrariar é sempre a maneira mais evidente de admirar - a absoluta autoridade do grande Takahama Kyoshi. Todos os elementos e todos os processos do haicai podem ser encontrados e empregados na poesia nossa, geograficamente antípoda da sua. Antípoda... "Os extremos se tocam" - este é, para mim, um dos únicos provérbios que, até hoje, conseguiram "acontecer".

As mesmas analogias plásticas que Georges Bonneau (o verdadeiro revelador do haicai no Ocidente) notou entre a poesia japonesa e francesa, descubro, e mais estreitas aind, entre aquela e a nossa, a luso-brasileira. Estas, por exemplo:

1) A poesia é silábica (isto é, conta sílabas e não acentos) como a nossa.

2) São comuns a ambas as línguas as "sonoridades elementares" ou "vogais": a,e,i,o,u.

3) Os ritmos ímpares "elementares" (de 5 e de 7 sílabas), peculiares à língua japonesa, também o são à nossa. O verso segundo do haicai, o de 7 sílabas, é a redondilha, que nasceu com a nossa poesia na Galiza, fez se a medida clássica de todos os nossos importados "romances", a música natural da nossa "trova popular", o diapasão da modinha capadócia, a nossa expressão folclórica por excelência, e mesmo a medida inconsciente, automática, da nossa fala. Diz-se até que nós falamos, sem o querer, por septissílabos. Os provérbios, os ditados plebeus, são exemplos disso: - "Nem tudo o que é luz é ouro"; "água mole em pedra dura - tanto dá até que fura", etc... Outro ritmo do haicai - o verso de 5 sílabas - é também velho habitual na nossa língua. Vem dos estribilhos medievais, dos refrões dos "Cancioneiros": "D'amores ei mal" (Ruy Paesde Ribella);"Os amores ei" (Pero Alcobo), etc; tornou-se a toada musical nas serraninhas brasileiras:

"Papagaio louro
Do bico dourado
Leva-me esta carta
Ao mesmo namorado"


das nossas tradicionais "Pastorelas":

"Bela Pastorinha.
Que fazeis aqui?
- Pastoreando o gado
Que eu aqui perdi"


foi o verso das "Trayeras", sob a "ação burlesca da raça negra" (Sílvio Romero):

"Virgem do Rosário
Senhora da mundo,
Dai-me uma coco d'água
Senão vou ao fundo";


foi a cadência favorita das nossas "rondas" infantis:

"Tutu'Marambaia.
Saia do telhado.
Deixe este menino
Dormir sossegado".


Servindo-se de todos esses recursos técnicos; e ainda das mesmas onomatopéias, aliterações, etc., que caracterizam os epigramas japoneses dos dezessete sons, e mais, procurando assimilar aquele "senso do símbolo" que possui, como nenhuma outra, a gente do outro-lado-do-mundo (senso esse que é a grande lição levantina, e tão extremado que faz, como diz Bonneau, com que, no haicai, "o sentido profundo do poema não tenha, às vezes, qualquer analogia com as palavras que o compõe"); e, afinal, acrescentando à minúscula pastilha nipônica um dourado todo nosso - a rima - a única corda que conseguimos acrescentar à lira dos gregos, essa

"Rime, qui donnes leurs sons
Aux chansons" (Banuille);


chego a estabelecer a fórmula do "meu" haicai. Esta fórmula:

– os três versos japoneses, na sua ordem original: 5 - 7 - 5;

– o primeiro, rimando com o terceiro;

– o segundo - septissílabo - com uma rima interna: a segunda sílaba rimando com a sétima - o que não se pode dizer que seja uma extravagância numa língua em que tal artifício freqüentemente aparece, como nos provérbios populares: "Por fora, bela viola, - por dentro, pão bolorento" ("fora" com "viola"; "dentro" com "bolorento"); e processo esse que cria um verso também de 5 sílabas pela subtração de 2 sílabas a que a rima força (7 - 2 = 5), verso esse que se integra facilmente na música dominante da pequena estrofe, que é a música do pentassílabo; sentir, pensar e não dizer: somente insinuar.

Mas... "res, non verba"; alguns exemplos, agora, desse haicai. (Dizem os japoneses que o haicai não deve ser explicado. Nós, porém, apenas iniciados, ainda não familiarizados com o espírito e a forma da exígua novidade, não podemos, por enquanto, dispensar algumas explicações).

A flor, que se desfolha, é bem uma lição moral de alta caridade:dir-se-ia que ela se despe do que é seu, que ela toda se dá à terra humilde, para que o pobre chão, a seus pés, pense que também é capaz de florir:

CARIDADE

Desfolha-se a rosa
parece até que floresce
o chão cor-de-rosa.


Um dia do passado - céu azul varado de sol fino de ouro - que ficou numa vida, sugere a idéia da borboleta que os colecionadores espetam no quadro melancólico. Colorida e linda ainda, parece viva: mas está morta, bem morta:

AQUELE DIA

Borboleta anil
que um louro alfinete de ouro
espeta em Abril


O haicai japonês acompanha o processo: está sempre "a la page", explora freqüentemente temas modernos (a aviação, o cinema, o rádio...). Aqui está um de inspiração mecânica, atual: todo um romance - o das imperceptíveis criaturas pelas quais a vida parece que passa sem nada deixar nem levar, como os trens-de-ferro pelas estaçõezinhas insignificantes onde ninguém embarca nem desembarca:

HISTÓRIA DE ALGUMAS VIDAS

Noite. Um silvo no ar.
Ninguém, na estação. E o trem
passa sem parar.


Uma definição do amor: uma ave, voa alto, entre a terra e o sol; a sua sombra projeta-se no chão, assustando-o, movimentando-o todo, e vai-se. Ela é a ave. Ele, o chão extático:

NÓS DOIS

Chão humilde. Então
riscou-o a sombra de um vôo.
"Sou céu" - disse o chão


É das nossas lágrimas muitas vezes, que nascem as mais brilhantes alegrias. Pois não é nas gotinhas de orvalho, de manhã, que o sol mais brilha? Desse pensamento derivou este haicai:

N.W.

Dilaceramentos.
Pois tem espinhos também
a rosa-dos-ventos.


Uma imagem do silêncio das nossas caatingas - o silêncio agudo, todo aliterado em "ii", feito todo de tinidos de insetos sutis:

QUIRIRI

Calor. Nos tapetes
tranquilos da noite, os grilos
fincam alfinetes.


Descrição da velhice - a partida das ilusões como folhas de outono; o gesto sem verdes, sem esperanças, para o céu; os cabelos grisalhos; a solidão e o egoísmo dos velhos:

VELHICE

Uma folha morta.
Um galho no céu grisalho.
Fecho a minha porta.


Um último exemplo: a definição do haicai num haicai. Que é ele, afinal? - o grãozinho de ouro que os lavageiros pacientes descobrem lavando a terra aurífera e deixando escorrer a ganga impura:

O HAICAI

Lava, escorre, agita
a areia. E enfim, na batéia,
fica uma pepita.


Aí está.

Compreende-se bem: trata-se ainda de uma experiência - mais nada. O que eu reclamo, para esses versos, não são as rugas fundas na testa séria, para a sentença que absolve ou condena; mas as rugas leves, nos cantos dos lábios espirituosos, para o sorriso que não absolve nem condena porque... porque o sorriso é ainda a única coisa, no mundo, que não pode ser ridícula.


Guilherme de Almeida
Saô Paulo, 23 de fevereiro de 1937




Os Meus Haicais
(Extraídos do livro Poesia Vária)



O PENSAMENTO

O ar. A folha. A fuga.
No lago, um círculo vago.
No rosto, uma ruga.





HORA DE TER SAUDADE

Houve aquele tempo...
(E agora, que a chuva chora,
ouve aquele tempo!)



CARIDADE

Desfolha-se a rosa.
Parece até que floresce
O chão cor-de-rosa.



SILÊNCIO

Uma tosse rouca,
Lã male. O "store" que bole,
A noite opaca e oca.



A INSÕNIA

Furo a terro fria.
No fundo, em baixo do mundo,
trabalha-se: é dia.



MOCIDADE

Do beiral dacasa
(ó telhas novas, vermelhas!)
vai-se embora uma asa.



HISTÓRIAS DE ALGUMAS VIDAS

Noite. Um silvo no ar.
Ninguém na estação. E o trem
passasem parar.



INFÂNCIA

Um gosto de amora
comida com sol. A vida
chamava-se "Agora".



LEMRANÇA

Confete. E um havia
de se ir esconder, e eu vir
a encontrá-lo, um dia.



O POETA

Caçador de estrelas.
Chorou: seu alhar voltou
com tantas! Vem vê-las!





CIGARRA

Diamante. Vidraça.
Arisca, áspera asa risca
o ar. E brilha. E passa.



GAROA

Por um mundo quase
oéreo, há um vago mistério.
Passa o Anjo de Gaze.



CIGARRO

Olho a noite pela
vidraça. Um beijo, que passa,
acenda uma estrela.



NÓS DOIS

Chão humilde. Então,
riscou-o a sombra de um vôo.
"Sou céu!" disse o chão.



CONSOLO

A noite chorou
a bolha em que, sobre a folha,
o sol despertou.



VELHICE

Uma folha morta.
Um galho, no céu grisalho.
Fecho a minha porta.





CHUVA DE PRIMAVERA

Ve como se atraem
nos fios os pingos frios!
E juntam-se. E caem.



MEIO-DIA

Sombras redondinhas
Soldados de pau fincados
sobre rodelinhas.





NOTURNO

Na cidade, a lua:
a jóia branca que bóia
na lama da rua.



MERCADO DE FLORES

Fios. Alarido.
Assaltos de pedra. Asfaltos.
E um lenço perdido.



N. W.

Dilaceramentos.
Pois tem espinhos também
a rosa-dos-ventos.



EQUINÓCIO

No fim da alameda
há raios e papagaios
de papel de seda.



O SONO

Um corpo que é um trapo.
Na cara, as pálpebras claras
são de esparadrapo.



JANEIRO

Jasmineiro em flor.
Ciranda o luar na varanda.
Cheiro de calor.



DE NOITE

Uma árvore nua
aponta o céu. Numa ponta
brota um fruto. A lua?



QUIRIRI

Calor. Nos tapetes
tranqüilos da noite, os grilos
fincam alfinetes.



PASSADO

Esse olhar ferido,
tão contra a flor que ele encontra
no livro já lido!



FILOSOFIA

Lutar? Para quê?
De que vive a rosa? Em que
pensa? Faz o qué?



UM SALGUERIO

A asa. A luz que pousa.
O vento... É o estremecimento
vão por qualquer cousa.



UM RITMO DA VIDA

O berço vai e vem.
Mas vai com a quê? – Um ai.
E vem? – Sem ninguém.





OS ANDAIMES

Na gaiola cheia
(pedreiros e carpinteiros)
o dia gorjeia.





TRISTEZA

Por que estás assim,
violeta? Que borboleta
morreu no jardim?



PERNILONGO

Funga, emaranhada
na trama que envolve a cama,
uma alma penada.





PESCARIA

Cochilo. Na linha
eu ponho a isca de um sonho.
Pesco uma estrelinha.



OUTONO

Sistema nervoso,
que eu vi, da folha sorvida
pelo chão poroso.



VENTO DE MAIO

Risco branco e teso
que eu traço a giz, quando passo.
Meu cigarro aceso.





FRIO

Neblina? ou vidraça
que o quente alento da gente,
que olha a rua, embaça?



OUTUBRO

Cessou o aguacerio.
Há bolhas novas nas folhas
do velho salguerio.



O BOÊMIO

Cigarro apagado
no canto da boca, enquanto
passa o seu passado.





FESTA MÓVEL

Nós dois? - Nao me lembro.
Quando era que a primavera
caía em setembro?






ROMANCE

E cruzam-se as linhas
no fino tear do destino.
Tuas maos nas minhas.



O HAIKAI

Lava, escorre, agita
A areia. E, enfim, na bateia
Fica uma pepita.



NOROESTE

Dilaceramentos...
Pois tem espinhos também
A rosa-dos-ventos.



Haicais da colina
(Poemas extraídos do livro O Anjo de Sal)



PACAEMBU

Chuva e sol. Repara
nas giestas atrás das frestas
das persianas claras.



PROGRESSO?

Enorme canhão,
o arranha-céu acompanha
o vôo do avião.



CARRILHÃO

Assusta-se e foge o
enorme tempo que dorme
no velho relógio.



SABEDORIA

Uma ave, poisada
no pára-raio, olha para
o céu. E há trovoada.



INTERIOR

Havia uma rosa
no vaso. Veio do ocaso
a hora silenciosa.



BOLHA DE SABÃO

Dirás, quando a vires:
"A bola de vidro rola
debaixo do arco- íris".



POETAS

Tive uma irmã gêmea.
Sonhou com o céu. Chorou.
Nuvenzinha boêmia.



Seis haicais para campos do jordão
(Poemas extraídos do livro O Anjo de Sal)



CAMPOS DO JORDÃO

Vão duas meninas
de suéter de lã. Cheira a éter.
Ondas de colinas.



O "LOGO DAS HAICAIS"

Esvoaça a libélula.
Esponja verde. Uma concha.
O logo é uma pérola.



MARCHA NUPCIAL

Ventos leves bolem.
Têm lerdos gestos os cedros
ao vôo do pólen.



ÁRVORES NO OUTUBRO

Na casca, a ferida
é como mercurocromo.
A folha esquecida.



PRESSENÇA

Hora sem ninguém.
No manso ondear do balanço
de lona está alquém.



Três haicais (de Bashô)
(Traduçôes publicadas no livro acaso)



I.

O vento do inverno
assopra. Acendem-se e piscam
os olhos dos gatos.



II.

Quimonos secando
ao sol. Ah! a manga pequena
do menino morto.



III.

Ah! o antigo açude!
E quando uma rã mergulha,
o marulho da água.



Bibliografia

Almeida, Guilherme – Poesia Vária, São Paulo, Editora Cultrix, 1976

Almeida, Guilherme – Toda Poesia – Guilherme de Almeida, São Paulo, Livraria Martins, Editora, 1952

Almeida, Guilherme – O Anjo de Sal, São Paulo, Alarico, 1951

Almeida, Guilherme – Acaso: versos de todo tempo. São Paulo, Editora Nacional, 1938

Pereira Filho, Genésio – Haikai, Poesia de Estação, São Paulo, Gazeta Magazine, 1941

Almeida, Guilherme – Os meus haicais, São Paulo, O Estado de S. Paulo, 1937



Obras publicadas

"Acaso" – 1924 a 1928. Guilherme publica "Três Haicais" (de Bashô)

Os meus haikais – 1937. Artigo assinado no "Estado de S. Paulo"

"Poesia Vária" – 1944 a 1947. Guilherme publica Os meus haikais

A entrevista com Genésia Pereira – 1941, na "Gazeta Magazine"

O Anjo de Sal – 1949-1951. Guilherme Publica "Haikais da Colina e Haikais para Compos da Jordão".



Links 


www.kakinet.com/caqui/ga.htm 
www.kakinet.com/caqui/brasil.htm 
www.kakinet.com/caqui/goga.shtml 
www.secrel.com.br/jpoesia/pfr01.html 
www.unicamp.br/~franchet/histhaik.htm
Akasha De Lioncourt
Enviado por Akasha De Lioncourt em 02/09/2006
Reeditado em 02/09/2006
Código do texto: T231369
Classificação de conteúdo: seguro

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