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Crescem as favelas na minha cidade,
amontoados desordenados,  triste realidade.

Barracos em barrancos decrescentes, decadentes,
foi-se a lembrança da vida decente.

Pessoas sofridas sem opção,
descem o morro pro seu ganha pão.

Para a labuta diária, baixa remuneração.
Desemprego, desespero, obstinação.
 
Vítimas da desigualdade social,
cumplices da marginalidade nacional.

Vivendo entre tiros de metal,
polícia ou bandido, tudo é igual.

Todos os dias há o  risco de morrer,
Todos os dias há esperança de sobreviver.
MaluNovo
Enviado por MaluNovo em 10/09/2006
Código do texto: T236986

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Sobre a autora
MaluNovo
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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