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O ASSASSINO DA POESIA

O assassino da poesia
Não tem endereço fixo,
Tem uma lata que é seu arquivo.

Das palavras detém o domínio,
Valoriza o fato de ser prolixo,
E seus saberes só o informam
De prefixos e sufixos.

E não tem conformada a idéia
Da parte que é médio-fixa,
Como o aspecto horroroso
Daquele olhar comatoso.

E palavras de todas as forma (*)
Carrega em seu cabedal,
E para escrever seu poema,

Acomoda-se às palavras erradas
E deforma as que estiverem certas,

Mas conhece a licença poética,
E traz a inocência frenética
Ao seu ser que é de portas aberta.(*)


(*) erros para exemplificar.
José Carlos De Gonzalez
Enviado por José Carlos De Gonzalez em 10/09/2006
Reeditado em 16/09/2006
Código do texto: T237095
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
José Carlos De Gonzalez
Itu - São Paulo - Brasil, 66 anos
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José Carlos De Gonzalez