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Malvada pessoa querida

Minha eterna melancolia
Transmitida em elegia
Ou em forma de melodia
Meu amor tão sincero
Amor esse que venero
Minha triste alegria.

É massacre sem compaixão
É minha triste canção
É salubre desilusão
Que me mata a cada dia
Meu clamor que não avalia
Nem a própria razão.

É uma estrada tão bonita
Sobre ela vou perdida
Pedindo a teus braços guarida
Implorando à alma vagante
Que retire do meu semblante
Esta tão triste ferida.

Te amando sem censura
Sob sua doce candura
Eu te peço com brandura
Não com a força que domina
Que meu amor subestima
Com angelical postura.

Eu vou-me tão sentida
Com minha alma sofrida
Lembrando a sua partida
Sem um adeus, sem uma palavra
Só com aquela dor que crava
Malvada pessoa querida.
Nísia Maria de Souza
Enviado por Nísia Maria de Souza em 12/09/2006
Código do texto: T238097
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Sobre a autora
Nísia Maria de Souza
Natal - Rio Grande do Norte - Brasil, 56 anos
197 textos (3141 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/12/16 22:45)
Nísia Maria de Souza