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Chuvas

Libera a fonte do beber
Alimenta tamanha sequidão
Do nordeste – norte a desfazer
Imensas chuvas no verão

Quem de seco esteve
Sempre resta uma ilusão
Ver verde todo dia
Ver banhado o sertão

Que tantas águas desabam
Mas por que tão de montão?
Não se pode dosar a alma
Nem lavá-la com sabão!

As lavadeiras que esperavam chuva
Hoje choram de aflição;
Tanta água tira a vida
E a alegria do coração!
Divina Reis Jatobá
Enviado por Divina Reis Jatobá em 13/09/2006
Reeditado em 02/02/2007
Código do texto: T239686

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Sobre a autora
Divina Reis Jatobá
Brasília - Distrito Federal - Brasil, 55 anos
289 textos (39970 leituras)
6 áudios (1218 audições)
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Divina Reis Jatobá