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Aquela Infeliz.../Persona Desafortunada...= TÂNIA AILENE

Aquela Infeliz...
TÂNIA AILENE
 
No frio vem a tristeza
amarrada no temporal que destrói.
A pureza do ser chega com a chuva fria
tempo amargo que corrói.
Lágrimas do desconsolo
rolam na face oculta
marés sobem...
Meu corpo dói, como surrada estou
sozinha carrego a saudade.
Juramento do sofrimento sentido
fútil assombra solidão marcada.
Horror causado
no esquecimento único
luz apagada no escuro da noite.
Cansada, sofrida, magoada, ofendida
no clarão vejo a vida de relance
na existência sufocada.
Chora corpo que clama
luta travada com o impossível.
Nada posso...
Tudo me alucina, só palavras
à devorar...
Na boca o gosto amargo do não dizer:
Sou aquela infeliz pelo brilho
do olhar que não escolhi.
Vou deixar como está
penumbra sem cor
vida no fim!
 
Persona
Desafortunada...
TÂNIA AILENE

 Desafortunada en el frío la tristeza
 amarró en el tiempo que destruye
 el pureness del llega con el gusto amargo
 del tiempo frío de la lluvia que corroe.
Los rasgones del rodillo
 de la tristeza en los mares ocultos
 de la cara van encima de…
Mis dolores del cuerpo, pues el surrada yo es
 carga sola de I la nostalgia.
El juramento del sufrimiento sensible
 del fútil frecuenta soledad marcada.
El horror causado
en el esquecimento extinguió
 solamente la luz en la oscura de la noche.
Cansado, sufrido, daño, ofendido
 en el flash veo la vida del vistazo
 en la existencia sofocada.
Gritos del cuerpo que la lucha
 del clama paró con la imposible.
Me nada puede…
Todo alucina yo, solamente palabras
 a devorar…
En la boca el gusto amargo del gusto de no decir:
Soy esa persona desafortunada para el brillo
 de la mirada que no elegí.
¡Voy a irme como esta
 penumbra sin vida
 del color en el extremo!
 
 
6/07/2006
TÂNIA AILENE
IGUABA GRANDE
RIO DE JANEIRO
Tânia Ailene Nua Poesia
Enviado por Tânia Ailene Nua Poesia em 14/09/2006
Código do texto: T239802
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Sobre a autora
Tânia Ailene Nua Poesia
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Tânia Ailene Nua Poesia