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Monotonia

A noite estava quieta.
Nenhum rumor na rua deserta.
O escuro, era o que predominava,
E o medo, crescia a cada passo.

Uma canção, muito mal cantada,
Começou a crescer,
E passos, arrastados,
Começaram a me atordoar.
Era um bêbado.

Vinha ele, cantando e tombando,
Sem medo de nada.
Parecia estar no quintal de casa,
De tão à vontade.

Pensei em acompanha-lo,
Também queria sentir aquela sensação.
Cantar, rir do nada, tropeçar, e voltar a rir
Queria esquecer do mundo por um minuto.

Ele se foi,
E eu continuei.
Cheguei, enfim, em casa.
Tomo banho, janto e vou dormir.
Amanhã cedo tenho que ir trabalhar,
E fazer tudo, outra vez...
Gimadureira
Enviado por Gimadureira em 15/09/2006
Código do texto: T241023
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Sobre a autora
Gimadureira
Embu - São Paulo - Brasil, 29 anos
9 textos (305 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/12/16 18:34)