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DIAS FUNESTOS


Brasileira, rica terra, bela e altaneira,
Com mulheres de negra cabeleira,
Em meio à música, praia e muita intriga,
Cresce a miséria que a gente fustiga.

O rei escarnece em louca orgia
Do povo que sua insanidade suplicia.
Canastrão do filme de bandido e terror,
Sem moral mostra um falso esplendor

Existente em sua mente insana
Afetada pelos vapores da cana.
Braços abertos igualando-se a soberanos,
Hipócrita entre todos os humanos

Quer fazer do seu governo nauseabundo
O melhor que já se viu no mundo.
Oh Deus, que me deu o dom sublime,
Do voto para punir mentira e crime

Mostre o seu poder que ele ignora
Erga a mão e mande na mesma hora
O rei deste reino apodrecido
Para as sombras de onde não devia ter saído

Porque nas máquinas eu não confio,
Podem estar preparadas para o desvio
Da vontade soberana dos honestos
Tornando nossos dias mais funestos.

21/09/06.
Maria Hilda de Jesus Alão
Enviado por Maria Hilda de Jesus Alão em 21/09/2006
Código do texto: T245455

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Sobre a autora
Maria Hilda de Jesus Alão
Santos - São Paulo - Brasil
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Maria Hilda de Jesus Alão