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Cantochão

Eu me mato todo dia
Ao buscar a alegria
E o prazer de fenecer de amor
Quem me ver
Diz
Ousadia
Não percebe poesia
No limite extremo desta dor

E nascer pra morte
É a vida
Energia destribuida
Desigual, sem par, sem fim
Sem pensar
Somos colhidos
Desde sempre os escolhidos
Virem a sorte dentro de si
Tatiana Cobbett
Enviado por Tatiana Cobbett em 15/06/2005
Código do texto: T24760
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Sobre a autora
Tatiana Cobbett
Florianópolis - Santa Catarina - Brasil, 56 anos
586 textos (22009 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 03/12/16 14:04)
Tatiana Cobbett