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"Contar até dez"

O que mais e muito lhe admirava era a espada
que eu tinha no ôlho direito (dizias sempre...)
Sem dizer da lâmina afiadíssima e fina
que guardavas com zêlo em segrêdo de mim
Pelo menos não foi pelas costas o tiro maligno
da última bala justa na agulha entalhada
Tua mente no 'cão' apertando e o sangue meu...
Os cinco restantes não lhes acertei cega pelo ódio
Morrí sim, mas há de morrerdes por mim.
E, o que mais me admira é a certeza desta verdade
do teu rascunho mal-passado, indefinido e covarde.
Esperar de projeto de você-este-homem o que?
Um simples esbôço (que é) ou um nenê?
dois
       três
             quatro
                       cinco
                                ....
Debora F
Enviado por Debora F em 06/10/2006
Código do texto: T257613

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Sobre a autora
Debora F
Arco-Íris - São Paulo - Brasil
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Debora F