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A MORTE É MESMO ASSIM...

A morte é mesmo assim
Leva loucos, leva sãs
Faz retornar novos rostos
Traz você perto de mim
É tristeza, é solidão
É agonia sem fim

É mando da amargura
Consome o excesso e a luxúria
Transporta almas afins
É estrada milenar
Vida dispersa no ar
A morte é mesmo assim

Nem rastro, nem mesmo pegadas
Donde se foram então?
Só vultos, almas penadas
Só frieza e solidão
A morte é mesmo assim
Não trás sorte e nem perdão

Mas a morte não é o fim
O Guardião
Enviado por O Guardião em 07/10/2006
Reeditado em 10/10/2006
Código do texto: T258354
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Sobre o autor
O Guardião
São Paulo - São Paulo - Brasil, 51 anos
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