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CONFIDÊNCIAS

                                   
Bem sei que estou poeta, mas devo lhe confessar ...
Nesta vida não sou nada, sou pó na beira da estrada,
Poeira que o vento levou e que o próprio destino,
Neste mundo pequenino em poeta transformou.

Se estou poeta, tudo bem. Estou satisfeito com a vida,
Seguindo a trilha sentida, as luzes e os sinais do amor ...
Esse sentimento presente, na terra, no céu e no espaço,
Mostrando toda a ternura,  que eu sinto nos seus abraços.

Chega a ser meio engraçado que um cara tão pouco letrado,
Possa esses versos escrever. Peço que desculpem a rima,
Poesia agora é sina, eu não lidar com isso, não sei bem o que fazer.

Bem sei que não sou poeta. A questão não é ser poeta.
É estar sempre ligado  nas nuvens da poesia
E sentir dentro da gente os segredos e a magia,
Do amor que paira no ar, neste mundo pequenino ...

Que existe na nossa mente, no qual foi plantada a semente,
Da árvore que sustenta a vida, dessa planta  tão querida,
Que nos dá carinho e afeto, força, disposição e energia.
Essa força é a alegria, e ela, pode até voar nas asas da poesia.





Jorge Gil
Enviado por Jorge Gil em 16/10/2006
Reeditado em 13/04/2007
Código do texto: T265888

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Sobre o autor
Jorge Gil
Goiânia - Goiás - Brasil, 79 anos
867 textos (45729 leituras)
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Jorge Gil