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O homem verdadeiro.

 Ha momentos em meu viver,
 Que simploriamente, me perco,
 Troco os sentidos,
 Nao vejo, ou nao simulo ver.
 Nada adiante de meus olhos,
 Como se uma espécie de venda,
 Obscurecesse o meu ímpeto,
 Portanto nao temeis,
 Que eu nao desistirei,
 Nem me farei calamitoso,
 Pois de tanto esperar, suportarei,
 E que digam, ajustem, cobrem,
 Mas nao me obriguem a desistir,
 Que eu nao mais farei,
 Pertinaz serei, no sonho.
 Sendo o mesmo, mediocre,
 O garoto humilde,
 De bons modos, domesticado.
 
 E agora que falem do patinho torpe, que nasceu.
 Do absurdo humano que venceu,
 Do gigante que cresceu;
 Pra jamais desistir.
 Pois creu.

 Creu naquilo que Deuses suspeitaram ser impróprio.
 Creu em algo que a humanidade desconheceu...
 Ele creu... ele creu.
Poet
Enviado por Poet em 23/10/2006
Código do texto: T271289
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Sobre o autor
Poet
Campinas - São Paulo - Brasil
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