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Se a gente fossemos pra uma praia deserta
E bem abraçadinhos nós fosse nadar
E quando nós tivesse num beijo bem profundo
Aparecesse a dona Iemanjá

E me pedisse pra eu ir pra areia
Queria prosear com você e eu num podia escutar
E fizesse um convite procê ser sereia
E te levasse pra sempre pro fundo do mar

Você minha sereia, ia aceitar essa proposta indecente?
Sabendo que nós nunca mais ia se ver?
Será que o mar havia de separar a gente?
Ocê ia ser sereia! E eu ia ser o que?

Um homi perdido no mundo
Sem razão de viver
Um vagabundo
Implorando pra morrer
Ou viver ali na frente do mar
Preto, preto! De tanto o sol queimar!
E chein de esperança de um dia ocê voltar!
Ou de ser levado também pra junto docê no fundo do mar!

Ah não! Me desculpe dona Iemanjá
Mas nem em sonho
A minha sereia a senhora a de levar

Chega que fiquei com medo
Daonde foi que eu vim tirar esse pensamento
Vixe Maria chega que to tremeno
Só de pensar
Me desculpa minha sereia
Mas nunca mais levo ocê pra perto do mar

Vai que isso aconteça
Havera de ter sido uma premunição
Nós num vai se separar nunca!
Vem cá e me dá a sua mão
Inda bem que ocê tá aqui
Pra acalma meu coração


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Juliana ladeira
Enviado por Juliana ladeira em 03/11/2006
Reeditado em 06/11/2006
Código do texto: T280742

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Sobre a autora
Juliana ladeira
Recife - Pernambuco - Brasil, 31 anos
107 textos (19166 leituras)
22 áudios (1156 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 05/12/16 18:50)
Juliana ladeira