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VICE E VERSA

                 
Entendam que é para ser lido de frente para trás e de trás para frente.



Não tenhas por desventura o meu engano...
Eu fui cruel com o amor que em ti habita;
Com esse meu amor, malvado e insano,
Quantas vezes te toquei na tua ferida!

Quantas vezes te busquei nas horas puras!
O que acabou também me machucando...
Minha alma não entendeu tuas amarguras,
Não viu o teu amor amável e brando...

Também, esse carrasco do meu peito,
Não quis se preocupar com tua dor.
Esse peito meu, cheio de amor,

Não entende o teu sofrer. Sofrendo tanto,
Por outro coração que ele espreita,
Chora como o teu, um amargo pranto,
O meu coração...

O meu coração...
Chora como o teu, um amargo pranto,
Por outro coração que ele espreita,
Não entende o teu sofrer. Sofrendo tanto,

Esse peito meu, cheio de amor,
Não quis se preocupar com tua dor.
Também, esse carrasco do meu peito,

Não viu o teu amor amável e brando...
Minha alma não entendeu tuas amarguras,
O que acabou também me machucando...
Quantas vezes te busquei nas horas puras!

Quantas vezes te toquei na tua ferida!
Com esse meu amor, malvado e insano,
Eu fui cruel com o amor que em ti habita;
Não tenhas por desventura o meu engano...

Geraldo Altoé
Geraldo Altoé
Enviado por Geraldo Altoé em 09/11/2006
Reeditado em 29/08/2007
Código do texto: T286552
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Sobre o autor
Geraldo Altoé
Serra - Espírito Santo - Brasil, 60 anos
747 textos (17675 leituras)
1 áudios (12 audições)
2 e-livros (162 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 09:30)
Geraldo Altoé

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