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Uma nova pétala

Vai ser da morte tudo que é posse da vida,
Esta é minha sorte, saber que há fim a lida...

Minha mente é um amálgama de mortos e vivos,
E meu prazer é impermeado por muitas dores,
Cada uma tem uma forma, são muitas flores,
Pétalas-epitáfios de Nomes jamais olvidos

Meu coração já não sabe o que pensar
Imcapaz, não encontrou seu lugar no mundo
Agora meu maior desejo, o mais profundo,
É o de um dia poder ver, de outro patamar,

Um outro a ler em silêncio meu nome,
Uma nova pétala na rosa se formar
De alvura isenta de amor, de amar,
Como a vida que tive, que hora some...
Sebastião Alves da Silva
Enviado por Sebastião Alves da Silva em 12/11/2006
Reeditado em 12/11/2006
Código do texto: T288936
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Sebastião Alves da Silva
Imperatriz - Maranhão - Brasil
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Sebastião Alves da Silva