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Do meu jeito

De quando em vez eu faço isso
Iço tudo, viro e volto
Tiro o nó da minha garganta
Pois gravata nem conheço

Saco a arma e não atiro
Só para ver quem é que saca
Aquilo tudo que eu digo
E me conta o que eu não sei

Insensato é apelido
Isso orgulho não me é
Mas admito, me divirto
Tem que rir pra não chorar

Quão saciável é o rabisco
Que eu faço, sem pensar
Ou eu penso ou arrisco
Qualquer um deve vingar

Mais além eu choro e sofro
Mas eu tenho que falar
Dia mato, dia morro
Tarde lama, noite mar

Mas não paro, isso nunca!
Se eu nasci, foi pra lutar!
Guilherme Lombardi
Enviado por Guilherme Lombardi em 29/06/2005
Reeditado em 10/12/2010
Código do texto: T29134

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Sobre o autor
Guilherme Lombardi
Curitiba - Paraná - Brasil, 33 anos
152 textos (14480 leituras)
5 áudios (758 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 05/12/16 02:41)
Guilherme Lombardi