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SAUDADES DA MINHA TERRA

Ouvindo a casa amarela
Aquela canção singela
Chegou-me a inspiração
Meu pensamento voando
Eu acabei me lembrando
Das terras do meu sertão

Lembrei de uma casa singela
Que não era amarela
Feita de barro batido
Sozinha e abandonada
Aquela casa coitada
Talvez já tenha caido

Sua histótia foi linda
Os meus pais novos ainda
Viviam a trabalhar
Eu ficava saltitando
Com os amigos brincando
Até a hora do jantar

Casa de barro batido
Daquele torrão querido
Que guardo no coração
Da minha vida de criança
Hoje guardo na lembrança
A festa de apartação

Como eu queria voltar
Só para apreciar
Aquela paisagem bela
E ver aquela morada
Que nunca foi rebocada
Nem pintada de amarela
Zé da Legnas
Enviado por Zé da Legnas em 16/11/2006
Código do texto: T292661

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Sobre o autor
Zé da Legnas
Pentecoste - Ceará - Brasil, 54 anos
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Zé da Legnas