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O que é isso?






Áridas cores
Cores secas
Síntese de minha pele
Fugaz natural
Notadamente desfalecido
Procuro a minha fotossíntese
Naufraguei na realidade sonhada
Sou a sobra de uma esperança incomparada
Talvez busque muito mais
O fio da minha navalha é cego
Para o altar da fantasia
Busco ainda nascer para a gloria
Um castelo foi sempre a minha casa
Já voei como Ícaro no deserto do Saara
Estou no meu Horizonte
E nada ainda encontrei.
Sou a minha própria testemunha
Cometo o mesmo delito sempre
Sinto-me protagonizando o nada
Sou levado pelo destino
Aleatóriamente e abstrato
Num caminhozinho de barro
Que ninguém passa.
Perdido, perdido e perdido,
Como um tesouro não descoberto
Nas sombras dos meus supercílios
Talvez por isso
No fogo de tudo
Não foco o meu próprio caminho.

Condor Azul
Enviado por Condor Azul em 20/11/2006
Código do texto: T296809
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Sobre o autor
Condor Azul
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 54 anos
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Condor Azul