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Nado a nada

Agora chego e sento.
Chego a sentir o vento tão indiferente
a tudo,
A mim;
E o mundo orbita pesadamente...
Conto apenas com o descaso
de minhas mãos calmamente livres.
Temo não saber o rumo
e remo sem saber em que águas.
Remo pra degolar minhas mágoas.
Remo sem remos.
Mãos e braços trêmulos...
Dil Erick
Enviado por Dil Erick em 23/11/2006
Código do texto: T299641
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Sobre o autor
Dil Erick
Macapá - Amapá - Brasil, 29 anos
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