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Minha vida sangrenta

Eu decaí, e persisti
Tentei por todos os modos ser forte.
Lutei contra o tempo,
Chorei em silêncio
Gritei seu nome ao vento.
Sou filho da gota,
Fui templo de miséria;
Meu pai um perdido,
Minha mãe uma megéra,
cresci vendo prantos,
Dormi em meio a mata,
Chorei gotas de sanguíneas.
Sou o pecado, sou a traça,
Eu ouvi um grito de desespero,
Vi a lenta corrupção,
Vi uma vida de destruição,
Eu vi o assacinato do amor,
Tentei, venci, a vitória conquistei,
Porém um dia faleci.
Hoje estou em sua lembrança,
Sou sua alma oculta e serei sua esperança.
Dhyego Louiz
Enviado por Dhyego Louiz em 24/11/2006
Reeditado em 24/11/2006
Código do texto: T300148
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Sobre o autor
Dhyego Louiz
Campinorte - Goiás - Brasil, 27 anos
5 textos (207 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/16 09:47)
Dhyego Louiz