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Causa de poeta.






Acho que vago
no fim dos meus dias
como poeta.
Desfiladeiros incríveis,
praias paradisíacas,
e horas sem pressa.
Deixo-me no vazio,
não existe barqueiro
para cuidar de mim
nesses mares,
e me entrego
cada vez mais,
a ponto de passar
por um mendigo,
e me vê seu companheiro.
Acho lindas
as línguas que falo,
agora eu sei
que o tempo
não esta em minhas mãos,
e a minha poesia
neste exato momento
reluta de vez
em não querer parar,
curando por completo
o coração desse poeta.
Condor Azul
Enviado por Condor Azul em 25/11/2006
Código do texto: T301269
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Sobre o autor
Condor Azul
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 54 anos
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Condor Azul