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Nada, nada se esquece!
A dor viva permanece.
Não se cura o sofrimento
Desnaturado, nascido
De quem era esperado
Amor, defesa e abrigo
Na minh' alma, céu aberto
Existe uma nuvem roxa
Que entretanto me afoga
Pois só desamor tragou
Minhas asas converteram
A sombria cor das penas
Mas remordem cerceadas
As minhas sãs esperanças
Para sempre decepadas.
Fui salva pelas quimeras
Que entesourei nas estrelas
Em meio ao feroz tormento
Não guardo ódio cá dentro
A quem de infame alvedrio
Tanto e sempre me feriu

Tento deslembrar mas... não!
Maria Petronilho
Enviado por Maria Petronilho em 26/11/2006
Reeditado em 26/11/2006
Código do texto: T301635
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Maria Petronilho
Almada - Setúbal - Portugal, 64 anos
1238 textos (130540 leituras)
60 áudios (14347 audições)
9 e-livros (5156 leituras)
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Maria Petronilho

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