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O PAPEL ACEITA TUDO

Os poetas tudo podem,
Pensar, escrever e sentir.
Uma coisa não é certa,
Enganar aos outros, mentir.

O papel aceita tudo,
Isso eu não posso negar.
Aceita também, sentimentos,
A coisa mais nobre que há.

Escrevendo essas verdades,
Pequenos frutos da emoção,
Vejo uma oportunidade
Para abrir o meu coração.

São três da madrugada
E essa poesia danada
Bem que podia esperar,
Pelo menos o amanhecer,
O sol acabar de acordar...

Consigo agora entender
Que a poesia não tem hora.
É a liberdade de expressão,
Existente no pensamento - agora.

Momento especial do coração
Quando ela brilha, e acontece,
Com a luz sutil da inspiração.




Jorge Gil
Enviado por Jorge Gil em 30/11/2006
Reeditado em 13/04/2007
Código do texto: T305442

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Sobre o autor
Jorge Gil
Goiânia - Goiás - Brasil, 79 anos
867 textos (45729 leituras)
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Jorge Gil