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Soneto ao Emaranhado

Desfiando à procura desenfreada
Perdido como miúdo retalho de pano
No ar percebia o ponto a reta o plano
Desafiando uma imaginação descontrolada

Esfregava, com mãos suadas, a calça
Puída, rasgada, destruída
De tanto pelejar, tão desgastada
Desejo, comer, dormir, sonhar

Naturalista sua formação, do campo
Granja, frango, ovo, cosido
Costurado? Entrelaçados em memória

Atuais, desconstruídos em discórdia
Pega no espaço as parábolas, filosofa
Ama, então, ela única menina pequena
leandroDiniz
Enviado por leandroDiniz em 09/09/2005
Código do texto: T48876
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Sobre o autor
leandroDiniz
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil, 34 anos
260 textos (273060 leituras)
3 e-livros (430 leituras)
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leandroDiniz