Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

DESESPERANÇA:

Desesperança:

Pelotas. 04 de Outubro de 1946
Nascia, um menino, e um sonho.
Crescer, num mundo, nele viver.
Nas suas poesias, poetizar amor.
Não poetizar jamais, esta agonia.
De um povo, sem justiça a sofrer.
   *********
Aqui...
Um dia cheguei.
De onde vim não sei,
Porque vim, ninguém disse.
O que faço aqui ninguém sabe.
Apenas sei...
Que um dia aqui parei.
Neste mundo divagando fiquei.
Na esperança, por respostas procurei.
Respostas não vieram, nada eu encontrei,
Vi, coisas...
Que não acreditei.
Vi riquezas que não imaginei.
Vi misérias espalhadas pelo chão.
Vi no povo a falta de fé, no coração.
Vi, no olhar...
De um povo, a decepção.
A dor, fome, desesperanças.
Nas ruas, vi guerras, vi drogas.
Numa senzala de festas, a corrupção.
Aqui...
Um dia cheguei.
Trazia na alma fé, esperança.
Como sei que um dia irei, não queria.
Levar em minha ALMA, a desesperança,

Volnei Rijo Braga
Enviado por Volnei Rijo Braga em 06/10/2005
Código do texto: T57103
Classificação de conteúdo: seguro

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
Volnei Rijo Braga
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil, 69 anos
2314 textos (147484 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 11:13)
Volnei Rijo Braga