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Minhas Mentiras

Pare e escute,
Sirva-se com essa podridão,
Caia de joelhos e me excomungue,
Com falsa compaixão.

Pois prostituído é teu amor,
Tão falso como o que digo,
Tão frio quanto de sua vulva o calor,
E podre como crosta de teu umbigo.

E é isso que te sobra minhas mentiras,
Pois quando te dei vida foste incubada vadia,
Quando respondi tudo que me argüias,
Teve segurança para mostrar no teu peito escrota estadia.

E agora o que mais espera?
Não já sugara o bastante?
Vá pois nada mais terá,
Agora minha estrada da tua é distante
Gustavo Fernandes
Enviado por Gustavo Fernandes em 12/10/2005
Código do texto: T59093
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Sobre o autor
Gustavo Fernandes
Olinda - Pernambuco - Brasil, 34 anos
55 textos (2017 leituras)
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Gustavo Fernandes