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Soneto a Morte

Meu corpo queima, em torpe agonia
Chora em pseudo alegria
Sorria em tristeza destemida
E relaxa em chaga pérfida

E dele a alma se esvai
E com ela a vida se vai
E sem ela meu eu decai
Esvai, vai, decai, acalmai!

E você onde estará? Recebe este peito,
Que aqui em frio leito,
Te busca em imenso salão de caminho estreito.

Oh! Górgona tirana!!!
És tu, amor que meu relicário profana,
Sim,tu que arrancastes de mim a alma humana
Gustavo Fernandes
Enviado por Gustavo Fernandes em 12/10/2005
Código do texto: T59114
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Sobre o autor
Gustavo Fernandes
Olinda - Pernambuco - Brasil, 34 anos
55 textos (2018 leituras)
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Gustavo Fernandes