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SAUDADE DO PAGO


 
Num tem dia, num tem hora
É sodade que devora
Eita dor que vem depressa
Num tem medida que meça!

Dói no peito, dói a “arma”
E num tem nada que “acarma”
Corta fundo o coração
Inté me dá "afrição"

Então choro o meu lamento
Na viola que eu afago
Sô assim, num tomo tento!

As veiz saio e bebo uns trago
Prá mor de esquecê uns momento
As lembrança do meu pago!

 Miriam Panighel Carvalho

(Originalmente publicado no Portal Poético LunaeAmigos@yahoogrupos.com.br)
Miriam Panighel Carvalho
Enviado por Miriam Panighel Carvalho em 26/08/2007
Código do texto: T624741
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Sobre a autora
Miriam Panighel Carvalho
São Paulo - São Paulo - Brasil, 58 anos
87 textos (25253 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 17/10/17 10:00)
Miriam Panighel Carvalho