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SERPENTE ESPÉCIME HUMANA

Nadir A D'Onofrio


Serpente peçonhenta
Amedronta, causa arrepios.
Nojenta, detestada
Ser abominável...
Na natureza vivendo,
Só ataca sua presa,
Quando fome tiver.
Segue seu instinto,
Que é sobreviver!
Olhando bem...é bonita,
Desenhada, colorida!
Diferente da espécime humana,
Que de amiga se transveste.
Com jeito se aproxima.
Seva sua presa...
Usando palavras em poesia.
No seu ímpeto de destruição,
Vai destilando veneno, ironia.
Satisfazendo seu ego doentio,
Impregnado de maldade, ciúmes,
Pretensão, carente de amor e afeição.
O que a criatura ignora,
E que a natureza, imunidade nos deu.
Pouco adianta teu veneno,
Utilize teu tempo, seja útil.
Esqueça-me, pois prá mim,
Você há muito...já morreu...
Em pó, se converteu,
Sissssssssssssssssss........

05/11/2004
Santos SP


 
 


 






Nadir DOnofrio
Enviado por Nadir DOnofrio em 10/03/2005
Reeditado em 28/04/2011
Código do texto: T6303

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Sobre a autora
Nadir DOnofrio
Santos - São Paulo - Brasil
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