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"EM ANO PRÉ-ELEITORAL - UMA PROPOSTA DE ´SAPO ESPERTO´ NA TERRA DO MENSALÃO E OUTROS!"

Em homenagem a melhor mãe que já conheci, mãe de meus filhos menores, minha esposa Angelita, e, em amor aos Meus Amados Cinco Filhos: Kelly Cristine, Bryan, Kathleen, Vitor Francisco e Vitor Emmanuel, da mesma forma que em Amor Supremo a Essência Divina Individualizada em cada Ser, em cada criança deste Brasil, do mundo, hoje, ontem e sempre, vamos, hoje, daqui deste cantinho maravilhoso onde vivo, em Rondônia, contar, para todos vocês, "um novo causo: "EM ANO ELEITORAL - UMA PROPOSTA DE ´SAPO ESPERTO´ NA TERRA DO MENSALÃO E OUTROS!"
Ela começa assim:

Era uma vez, e continua havendo, lá no interior do Rio Grande do Sul, um Sítio Encantado! Era, e é, o Sítio Esperança! Naquele cantinho abençoado, às flores se abriam, se abrem, com muita alegria, todos os dias, para olharem, admirarem, e agradecerem ao Papai de Cada Céu, pelo mundo, pelo dia, pela noite, pelo Sol, pela Lua, pelo Cosmos. As árvores do pomar, e lá há muitas, estão  sempre cheiasinhas de frutinhas, cada qual mais saborosa! Os passarinhos,  cantam, alegremente o tempo todo, eis que lá, não havia e ninguém deixa haver, garoto algum destes de funda, ou estilingue, para derrubar algum deles das árvores, às pedradas! Lá no Sítio, ouvem-se, até hoje, todas as manhãs, maviosos cantos de muitos passarinhos multicoloridos; o cantar do galo, maravilhoso de madrugada; o sopro do vento, acariciando as faces das crianças, dizendo sempre, ao pé do ouvido: __eu te amo!
Sabem,  lá no Sítio Esperança, tudo é limpinho, arrumadinho, alegre, cheio de paz, de uma paz sem tamanho: __ uma paz que é do tamanho do céu! Continua existindo uma paz que vai daqui da terra, até o céu!
E eu, todas as manhãs, naquela época residindo no Sítio Esperança, levantava cedinho: agradecia ao Papai deste Céu por estar vivo, ali, e, após fazer a minha limpeza dos dentes, do corpo, necessária para a gente sempre ficar muito forte, pegava meu material para preparar meu chimarrão; coisa de gaúcho: pegava a cuia, bomba, e punha água na chaleira! Acendia o fogão à lenha, no inverno ele era uma delícia, e, pronta à água, cevava o amargo. Esperava um pouquinho, e depois, com muita alegria, me dirigia ao jardim, para lá sentir o perfume das rosas, cravos, orquídeas, das flores “Brinco de Princesa”, tranqüilo, e, sentar em meu banco-mascote, para tomar meu chimarrão predileto. Ligava meu aparelho de som portátil, para escutar as músicas dos pampas. Boleava a perna, e, tomava o primeiro mate. Assim, ali ficava, aproveitando a quietude imensa do lugar e do momento para pensar, louvar a Deus, agradecer por tudo. Pois, com certeza, Deus é maravilhosamente Perfeito.
No entanto, num certo dia, cheguei ao banco, e, o que vejo? O mesmo estava sujo: completamente sujo! Havia riscos de barro no assento, restos de barro por todo ele, uma sujeirada: sujeira de bicho... Afinal, não dava para se sentar ali. Estranhei:
__Puxa vida, falei. __ O que houve aqui?! Quem fez isso?!
Chateado, fui à Casa Grande e chamei a senhora que fazia a limpeza no local, todo o santo dia, e perguntei-lhe:
__ Dona Maria, a senhora não limpou o banco ontem?!
__ Ô, professor, eu limpo este banco, tudo em volta dele, todo dia.
__Mas, D. Maria, como é que o banco está todo sujo?!
__Não é possível, professor. Eu limpei tudinho ontem...
__Dona Maria, será que a senhora não esqueceu?!
__Não, fessor, eu limpei tudinho, como eu lhe disse...
Aí dona Maria virou de costas para mim, ligeiro, colocou a mão no queixo, ficou quieta, levantou a cabeça e, depois, veio com esta:
__A não ser que seja aquele... Ah! Sim, àquele sapo grande, que anda por aí...
__Que sapo, D. Maria?!
__Um sapo!!! É, sim senhor, fessor; tem um sapo sem vergonha que vive entrando lá dentro da cozinha. Todo o dia. Vai lá, faz sujeira no chão e depois se manda...
__D. Maria, que história é esta?! Um sapo?!!!
__Fessor, to lhi falando. É um sapo!
__Está bem. Eu vou cuidar.
Aí, fui tomar o meu chimarrão em pé, lá perto da porteira. Fiquei ali um tempão, pensativo, achando que a D. Maria estava meio biruta; doida da cabeça; afinal, ela já tinha os seus mais de 190 anos. É tempo que não acaba mais, pra, de repente, pifar a marola sobre o pescoço!!!
No outro dia, eu voltei ao local, cismado, para tomar o meu chimarrão. E, puxa vida, lá estava, de novo, o meu banco sujo!
__Puxa, de novo, falei!
Maaass, aí comecei a andar pelo jardimmm, procurannndo, meio sem jeito para que a D. Maria não me observasasse... procurannndo...procurannndo o tal... Andei, andei pelos canteiros, até que: vi um barulho entre algumas folhas. Foi quando arregalei os olhos: era de fato um sapo grande, grandão, barriguuudo! Fui mais perto e tentei chegar nele! O sapo, esperto, tentou se mandar. Correu. Eu corri atrás dele. Correu "de monte". Eu também corri "de monte!". Até que, quase saindo por baixo da porteira, peguei o malandro. Mas também, quase não peguei! É que, quando ele ia sair, eu botei o pé na frente dele, e, o tranquei. Abaixei-me, e, peguei o medonho. Olhei para aquela cara cheia de pele verde e falei:
__Qual é a tua, meu?! Por que tu estavas fugindo?!
Ele me olhou, querendo se espremer na minha mão que nem passarinho para se mandar, mas, como não adiantou, disse:
__EU?!
__Tu mesmo, verde.
__Bem, é que eu pensei que o Senhor queria me matar... é...me matar..., disse.
__Mas vem cá, ô esperto, por que eu iria querer fazer isto? Se tu estás fugindo é porque aprontastes alguma: __ “qual é o teu pastel”, meu? Abre-te. O que tu fizestes?
__ Não, eu não fiz nada. Nadica de naada, disse ele, se esquivando.
__Como não fez nada, se mandando deste jeito?! _ falei!
__Não, fessor, não, eu sou inucenti... é, é...inucenti, disse.
__É o quê, cara? Fostes tu então, né? Fostes tu que sujastes o meu banco, não, esperto? Ah, ah?! Como é que tu pensas que eu vou tomar o meu chimarrão lá, se o banco está sujo, ô porcalhão?!
__ Ééé... foi..., foi sem querê, fessor..., disse ele, se esquivando.
__Como sem querer, ô espertinho, se pra sujar o meu banco, tu tens que subir nele?!
__Ééééééé... foi sem...foi sem... foi sem querer...
__É o que?! Olha aqui, ô “Jusé Jesuhínos”, não banca o engraçadinho que tu “perde a Presidência do Partido”; eu te jogo lá do outro lado da rua. E lá, tem um baita buracão. São 60 metros de profundidade. Se eu te jogar naquele sumiço, quando tu cair lá embaixo, não vai sobrar nadinha de ti. Ou, se tiveres sorte, e, caíres sobre algum galho de árvore, a tua queda será amortecida, maaass, chegarás lá em frangalhos: quase morto. E tem mais uma coisa: lá embaixo, não sei porque, não tem mosquito, não tem bichinho algum pra comeres, não tem água para beberes, e, muito menos, lago para te banhares. Aqui, tu sabes, tem tudo isto. Pensa bem, “esperto”.
O sapo parou, pensou, coçou a cabeça cheia de bolha, daquela pele verde escura, e, disse, ainda querendo me esnobar:
__Eu vou pensar; eu vou pensar, fessor...
E sei foi...
Que cara de pau! Achei uma petulância, mas eu estava decidido. Iria jogá-lo lá embaixo no “buracãouu”!!!
No outro dia, cheguei eu de novo no meu banco, e, lá estava à sujeira de novo. A mesma coisa do outro dia. É, mas aí, não tive dúvida: procurei aquele batráquio teimoso, charopão, metido a ser parecido com gente. Procurei e procurei. Custei mas achei. Peguei aquele “palmeirense” de novo e coloquei-o num saco de estopa. Fui do outro lado da rua. Larguei o saco no chão, para não atirá-lo do alto lá embaixo, e, empurrei o saco, que foi descendo devagar barranco abaixo... E, lá se foi o sapo que se achava esperto, descendo, descendo... d e s c e n d o: desceu; parecia o “governo Lula”...
Fiz menção de retornar para o Sítio, mas, dei meia volta, e foquei a vista d´olhos na queda dele. Não enxerguei nada. Escutei: não ouvi nada: nem quando ele caiu lá no fundo. E, então, bem, aí sim, voltei para o Sítio. Bati uma mão aberta na outra, de cima para baixo, e, achei que o problema estava resolvido: "me livrei deste", pensei.
Passaram-se mais de 03 meses. Neste tempo, não me incomodei. Voltei a tomar o meu chimarrão, todos os dias, cedinho, lá pelas 06h00min, sentado no meu banco favorito, na-boa!
Lá “pel´um belo dia”, notei algo no meio das folhas, encostadinho do meu banco. Parei, olhei; observei: as folhas secas das árvores no chão se moviam, bem devagarzinho. Para minha surpresa, era o sapo esperto: andando, lentamente, de muletas, todo enfaixado! Olhei aquilo tudo e me deu pena dele. Abaixei-me e fiz menção de pegá-lo, ao que ele gritou:
__Pelo amor de Sapo-Deus-Pai-Grande, não toqui ni mim. Eu tô todu doído. Voltei do hospital ontem, disse ele, choramingando...
__Voltou do hospital?! – perguntei.
__Sim, eu fiquei todu quebradu, com aquela queda qui o senhor provocô, nu "buracãouu". Foi maldadi cum inocenti. O senhor foi malígrino comigu.
__Ô sapo, qual é a tua, meu?! Eu não te avisei?! Tu não sabes que aquele banco é onde eu gosto de ficar e tomar o meu chimarrão?! Eu não te avisei, cara?! Qual “é a tua, meu”?!
__É, mas o senhor não pricisava jogá o garanhão das sapinhas do breju, lá embaixu! Elas tão tudo chorandu!
__Rapaz, toma jeito! Esperando um cara feio, quebrado, magro, gemendo, que nem tu?! Para com isto, tchê!
__É, é, foi malvadeza. Foi maligrinidadi.
__Tá, tudo bem!! Eu não devia ter feito isto. Mas o que tu querias que eu fizesse? Que continuasse me estressando contigo, "o Malufi 2"?! Tem hora que o malandro cai ou vai preso. Tu, caiu. Mas, sem muita conversa, afinal, se foi malvadeza, o que é que tu estás fazendo aqui?
__É, fessor, o senhor tinha razão. Eu não fui um cara legaou. É, e, eu tô aqui, purqui, purqui...
__Fala, sapo. Fala, Filho de Sapo-Deus-Pai-Grande. Fala, pecador... ”explica o teu mau governo, e, PT. (ponto) final.
__É qui lá, ondi eu caí, não tinha musquitu, não tinha águaa, não tinha aquelas sapinhas sapequinhas comu tem aqui no seu Sítio...
__É mesmo, sapo?! Tu é um sem vergonha. E daí?! Eu não te avisei?
__Sim, mas, eu quiria...?
__ Fala “ô primo do J. Dirscéu”, que de céu, tu não tem é  nada. __O que tu queres, ô endiabrado?
__Ah, eu queru fazê um acordu cum u senhor!
__Que acordo, esperto?!
__Ah! Eu prometu que não vou mais fazê aquela sujera toda no seu bancu.
__Sim, e daí, "ô Delúblios Suaressss"?
__Daí, qui, bem, eu também prometu chamá todos os meus amigus sapus e sapas para vir para cá, todas as tardis, pra caçá e comê tudo o qui é musquitu, aqui du Sítio. Aí, certu? Aí o senhor não vai tê qui si preocupá em pô venenu no ar, lá dentro de casa. Ô, quem sabe, tê qui pô musquitero em todas as cama... o que o senhor acha, eihn? Sabi, aí o senhor iria deixá eu ficá por aqui, na-boa: com a comida, a água e as sapinhas. Qui tal esta grandi proposta?!
__Na-boa, é?! Grande proposta?!!! Que tal o quê?! Tu estás falando que nem político, cara? Tu até parece o "Lula-lá": vai realizar o Fome Zero 2, ou vai ficar só na conversa, viajando para lá, lá o tempo todo, e cá, como fica? Só lá? Vai prometer, e, depois "da eleição", fica o dito pelo não dito?! Qual é "o teu pastel, "ô conversador? Vai querer também um mensalão?!
__Não, fessor. Tô falandu sério. É! Aí inclusive o senhor vai poupar e não vai precisar gastá para acabar com us musquitus, "os curruptus". Ficaria um ambiente mais limpo, mais saudável, "pro Brasil se disinvolvê" aqui tamém...
__Mais tu é esperto, eihn, meu?! Tu não tem jeito... desinfeta, vai?! Te manda...
__ O senhor aceita?! Grandi proposta?!! Dá uma colhé de chá aí, vai, pra este nordestino qui ainda qué sê Presidente da Sapolândia?! Afinal, eu tamém tenho o diproma de “torneiro-mecânico”, vai?! Eu prometu...: vou acabar com a fome da Sapolândia; nós vamo comê tudo o que é musquitu do Sítio; tudo: _ nóis “mata a cobra e mostra o pau”.
__ Cuidado com esta conversa. O problema é ficar apenas nesta promessa. Depois "da eleição”, tu não cumpre...
__Ô, fessor, eu vou cumpri. Se o senhor  provê este "Mandado de Segurança" pr´eu, eu vou agir cum liberdadi; cum risponsabilidadi...
__Está bem, eu vou pensar. Depois a gente fala.
E ele foi andando.
No entanto, acabei concordando com ele, oportunizando para aquele batráquio arrependido, uma nova chance, com fiscalização. Sim porque, se não há fiscalização, como é que "o país vai se desenvolver"?! Tem que ter “oposição forte, Partido forte, não?! É preciso mudar a lei vigente: tem que ter grupos de controle mais fortes, é ou não é?!
Finalmente, parece que o tombo deixou aquele vivente mais esperto. Eis que, para terminar a história,já que nós temos que estudar o livrinho da escola, ainda hoje,  de fato, desde àquele dia, não tive mais problemas com ele: voltei a tomar o meu chimarrão tranqüilo. E ele, passou a viver para vida que pediu a Deus-Sapo-Pai-Grande!
Depois, o sapo-esperto constituiu família! É! Teve vários filhos: todos meus bons amigos. Lembro, que à época, todos rezávamos juntos ao amanhecer, lá no Rio Grande do Sul, agradecendo a maravilhosa oportunidade de vivermos e podermos ajudar uns aos outros, no Sítio Esperança, alhures, na Terra, além.
De vez em quando, ele conversava com outros insetos, animais, pássaros, e, fazia, a eu e a minha família, “puxa-saco” contumaz, uma "saudação especial”.
Da última "saudação" que me lembro que ele fez, ocorreu, certo dia, num dia ensolarado. Eu saía à porta, e, olhando para o céu, notei algo estranho: meio que me assustei. Vinha vindo em direção a casa, uma nuvem preta de “não sei o quê”. Quando chegou perto, notei que eram passarinhos, caturritas, papagaios e araras belíssimas (estas, não sei de onde vieram, talvez de Rondônia), voando juntos! Em seguida, há cerca de 3 (três) metros da casa, em frente da parreira, sob a qual eu sentara, e saboreava uns enormes cachos de uvas, todos, cerca de uns 3.000 pássaros, pousaram na cerca toda, lado a lado. Estendi a vista e enxerguei a cerca “coalhada” de pássaros até o horizonte distante. Ficou bonito ver a cerca cheia de pássaros de muitas e muitas cores! Era um espetáculo grandioso. Aí, apareceu o sapo esperto, abaixo da cerca, em frente a mim, e, olhando para cima, disse:
__VIVA O PROFESSOR VITORRR...
Ao que "todos" responderam em coro:
__VIIVAAÁ...
__ VIVA O PROFESSOR VITORRR...
__ E todos aqueles pássaros repetiram em coro:
__VIIVAAÁ...
__VIVA O PROFESSOR VITORRR.
__VIIIIVAAÁÁÁÁÁ...
__VIVÁÁÁAÁÁ...
 
__ Assim, gurizada, até hoje, devido a estes acontecimentos que ficaram famosos por muitos e muitos lugares, desde então, conhecidos como "coisas d´outro mundo", e que, continuam acontecendo por lá, o Sítio Esperança até hoje recebe muitas visitas. Vão lá, tchês e outros, visitar o Sítio; pessoas de todo o Brasil, de tudo o que é canto! Às vezes, a rua em frente fica cheia de carros, de ônibus, de motos, de bicicletas, de carros com balões, de carretas puxadas a boi, enfim, vai gente de tudo o que é tipo e de tudo o que é jeito. É um tal de entra e sai naquela velha porteira que, não acaba mais! E, na frente do portão, tem gente que vende muita pipoca, sorvete, chocolate, pinhão, negrinho, branquinho, pé-de-moleque, quindim...; tudo o que vocês imaginarem! Tem gente que solta rojão ao ar, tem cara que vai de violão de baixo do braço para cantar.
Mas, olhem, vocês não sabem porque o pessoal continua, ainda hoje, indo até lá?! Vão porque ali tem uma energia fantástica, pura, de amor, no Poder e da Sabedoria divinas. Vejam que, a família que vive hoje no Sítio, continua se entendendo, como nos acontecia quando lá vivíamos: conversam bastante uns com os outros; lá não há brigas, não têm discussões, não têm gritos, todos respeitam a natureza, todos brincam com os pássaros, com os animais. Lá ninguém machuca ninguém, nenhum pássaro, nenhum animal! Todos, enfim, mantém um excelente entendimento com os filhos do Sapo-Deus-Pai-Grande. Tem até um senhor, do lado esquerdo de quem entra no Sítio, que até “atende quem precisa”. Sabem como é: quem está com “problemas espirituais” vai lá. A pessoa vai, chega na choupana dele, e, bem, ele escuta, entra em transe, e, fala estranho. Depois, passa uns conselhos para o estropiado do espírito, que, no seu devido tempo, acaba ficando bom barbaridade: com penitências!
__Graças à compaixão do Filho de Deus, Nosso Pai Grande; graças à “LUZ QUE VEM DO ALTO”; graças à vida sobre toda esta Terra, lá, do Todo, não há discriminação contra ninguém: todos, todos, sem exceção, e, é um monte de gente que vive no Sítio, todos, aprenderam que, para Deus todos os homens são parte de Si; que, são importantes; e que, todos, devem respeitar uns às religiões, às crenças, às opiniões, uns dos outros, e, que Deus é Pai de todos, sendo a Perfeição. Assim, todos, todos têm seu lugar reservado em Seu coração, todos são escutados, todos são acariciados e ajudados por Ele, para que encontrem a FELICIDADE: "encontrem a grande Disneylândia  que é a vida aqui”, agora, Neste Plano, onde todos são livres, com responsabilidades, para brincarem, crescerem, aprenderem e ensinarem; desde sempre, aqui, agora, eternamente, EM ALEGRIAS INFINDAS, com o Amor Absoluto, incluindo, com certeza, àqueles que vivem e pensam que nada são; com o Amor Supremo, reservando Riquezas Fantásticas, inclusive para os que pensam que nada têm.
__Pois, na realidade, cada um tem o mundo que pediu a Deus. Cada qual recebe a resposta, embaixo, conforme a pergunta que fez, Ao Alto, e, cada qual, colhe conforme dos campos que semeou...
E nunca é demais repetirmos, conforme profundas, sábias palavras, ditas pelo  famoso Hermes Trimegisto, há muitos e muitos séculos, sobre a Terra:

__Assim com é Em cima, é Embaixo.

Quem viver, verá!

Porto Velho, 25 de outubro de 2005.

Nesta data, em rogativas ao Pai, com todo o meu amor, com todo o meu carinho, com todas as minhas forças, PELA LUZ, repito:

__Amando a Essência Divina Individualizada em você, em Cada Um de Vocês, meus Amigos na LUZ, Aqui, Agora, Desde Sempre, Enquanto na Roda da Vida, e Além, Como Expansão Constante do Todo, na Vontade Maior, Eternamente, continuemos, sempre com maior firmeza mental e emocional, trabalhando PELA LUZ.
E que cada um de nós Seja Capaz de Doar o que não lhe for útil para o irmão próximo, pois isto será uma benção renovadora, em prol de todos os necessitados.
Saibamos que, assim, estaremos semeando no Cosmos, sempre fértil, para o nosso próprio porvindouro, em Abundância Plena, necessitados que somos, não só do Pão Físico, mas do Eterno: justo e perfeito.

Haja LUZ. Haja ÉTICA.

Vitor Hugo Bitencourt da Silva

Sócio Fundador da Associação Rondoniense de Poesia – ACARP
Sócio efetivo e Comendador da Ordem da Confraria dos Poetas Brasil – OCPOETAS BRASIL
DOUTORANDO
Web Site: http://www.vhbbrasil.recantodasletras.com.br
E-mail: vhbbrasil@vhbbrasil.recantodasletras.com.br


Prof Vitor
Enviado por Prof Vitor em 25/10/2005
Reeditado em 26/06/2006
Código do texto: T63527
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Sobre o autor
Prof Vitor
Porto Velho - Rondônia - Brasil
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