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Brisas

Infinito nada?
Infinito tudo?
Ilusão de infinito?
Infinito e nada alternados?

Não sei
Só sei que deixar de existir é lindo
Assim como viver agora
Estar respirando é lindo

Que venha o fim
Assim como o Tudo que me é concedido
Agora
No final, tudo é uma incógnita
Linda como essa brisa de madrugada

O vento bate e volta
Será isso?
Vivemos, morremos, vivemos, morremos?
Bem, o infinito está aí
E como gosto disso!
Que venha o que vier
Caio Almeida
Enviado por Caio Almeida em 02/09/2007
Reeditado em 09/10/2010
Código do texto: T635323

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Sobre o autor
Caio Almeida
São Paulo - São Paulo - Brasil, 27 anos
40 textos (1682 leituras)
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Caio Almeida