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COMPARAÇÕES

Sou como folha que vaga...
Seja por qualquer caminho!
Mesmo em meio à multidão...
Ainda estarei sozinho!

Sou sensível e procuro...
Nas pessoas, tal virtude!
Mas é quase impossível...
E a minha mente se ilude!...

Pois o coração humano...
Se torna cada vez mais rude!

Eu sou pedra preciosa...
Sem qualquer lapidação!
E que bruta se mantém...
Escondida sob o chão!

Só o tempo pode dar...
Minha identificação!

Mostrando a todo mundo...
Minha real identidade!
Mudando a minha vida...
Com nova realidade!

Sou um grãozinho de areia...
Desse imenso deserto!
Onde a ambição é forte...
Para superar o resto!

Sou uma gotinha d'água...
Desse oceano infinito!
Onde me mantenho firme...
Em tudo aquilo que acredito!

Sou ovelha desgarrada...
Há muito do seu rebanho!
Onde quer que eu esteja...
Serei sempre um estranho!

E observo nas pessoas...
Procedimentos anormais!
Onde toda crença está...
Só nos bens materiais!

E por mais que elas tenham...
Estão querendo sempre mais!


Nota do Autor: Esta poesia reflete uma época de solidão na minha vida, o que não acontece no presente, pois tenho Jesus e uma família maravilhosa.





Antonio Alves
Enviado por Antonio Alves em 04/09/2007
Código do texto: T637967
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Antonio Alves
Serra - Espírito Santo - Brasil, 55 anos
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