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SAUDADES DE CASA

Como te direi que direção?
Seria tolo se dissesse
Tua tristeza não tem objeto
É a nostalgia perene do infinito
Teus olhos têm o mesmo brilho do crepúsculo - um dos guardiões

Tua alegria é viva assim como tua memória
És como Nuvem Que Passa, precisas de cantos, dança, fumaça
E de um beijo doce de amplas direções

É mesmo o mais velado dos mistérios percorrer de beijos por sobre um corpo
Eu olhei na madrugada o que fizestes
Pressagiei simples os teus passos ditos
És uma tocada do silêncio ou da morte ou do corpo e o mistério
Que te direi então?
Gleyson Faial
Enviado por Gleyson Faial em 05/09/2007
Reeditado em 29/11/2016
Código do texto: T639962
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Gleyson Faial
Parauapebas - Pará - Brasil
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Gleyson Faial