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Alma Dissimulada



Rasgo as sedas do véu da neblina,
adentro-lhe os aposentos, abro a cortina.
Vejo aquela alma refletida no nada.
Vazio imenso, tão inacabada,
sofrível no que há, no que seria.
Alma sem lua, jamais irradia...

Discernimentos convencionais
trazendo-lhe mentiras à boca.
Alma sórdida, fétida e louca!
Infame, devassa, estraçalhada...
Nasceu sob densas brumas
morreu em sua própria madrugada...


ENIGMA
Enviado por ENIGMA em 14/09/2007
Reeditado em 16/03/2013
Código do texto: T652306
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
ENIGMA
Seattle - Washington - Estados Unidos
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