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A quem, por acaso, interessar


Sitiaste o adorar, sublevou afeições,
Ente de carne osso - sensações.
Calcina-me inocula um invólucro - maçante
Espáduas leves, manoplas pedantes.

Épocas floreiro mistérios
Descem colinas velozes a palpitar - rios.
Assim eu sinto. Objeto de seus dejetos
Ruas de avenidas velozes - consumado, fato.

E quando encontro - dana
Falto senso, capitulo. Algo pérfido, esgana.
Barro indisposto por fim me gama
Despejado gentama.

Soou leve deixo sereno, desvende!
Os murmúrios enchem espaços - abside?
Mora com os pés um pouco cede
De suntuosa sede.

Abisma a serenata sortilégio
Assim eu sinto. Cheio de grandes sacrilégios
Ruínas antepassadas, mistério!

Marcelo Luna
Enviado por Marcelo Luna em 15/09/2007
Reeditado em 27/01/2008
Código do texto: T653885
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Sobre o autor
Marcelo Luna
Juazeiro do Norte - Ceará - Brasil, 29 anos
23 textos (941 leituras)
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Marcelo Luna