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MORADAS DE DEUS

Que amáveis, tais, moradas tuas!
Teus tabernáculos, muito, me cativam
É lá que moras, comigo, aqui, também
Neste roto tabernáculo, do melhor, aquém
Um Deus a si humilhar, que habita o infinito
Tomaste casa ambulante, muito frágil
No corações dos homens, a bater, aflitos
Nada é mais distante, como o era antes!

Este pardalzinho, que rouba minha horta
Encontrou casa, a andorinha, lá no beiral
Deixou seus filhinhos resguardados
Quero em tua casa seguro, estar, do mal
Eu mesmo, sendo casa tua
Me sinta confortável, digno de ti
Que meus filhotes, também, estejam protegidos
Nos teus átrios, em ti mesmo, no teu Espírito!

Feliz de quem decide habitar contigo
Antes sem teto, errante pela vida
Terá caminho aplanado, corrigido
Se naquele vale árido, sem água
Andares, verás ao seu redor muita fartura
Manancial puríssimo, em derredor, fluindo
Chove em tua vida, as primeiras gotas
Da abençoada chuva, já estão caindo!

(Baseado no Salmo 84)

Sobradinho-DF,      16/9/07 - abello
abello
Enviado por abello em 18/09/2007
Reeditado em 28/02/2012
Código do texto: T658331
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
abello
Brasília - Distrito Federal - Brasil, 75 anos
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