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Ao amigo luso

 
   Meu ilustre Henricabílio,
   Prosador de excelso brilho,
   Ás e trunfo do Recanto.
   Admiro a inteligência,
   Ternura e grande indulgência
   Com quem não merece tanto.

   Eram, os avós, portugueses.
   Relembro-os todas as vezes
   Em que algo luso me encanta.
   De Vila Nova de Gaia
   É provável que não saia
   Outra família tão santa.

   Vieram para Cordeiro:
   Ele - excelente pedreiro,
   Ela - capitã da nau.
   Nos festejos natalinos,
   Carnes, peixes, doces finos,
   Sobremesa a dar com o pau.

   Sem religiosidade,
   Tamanha prosperidade
   Bons frutos não renderia,
   Por isso nossa família
   Seu afeto compartilha,
   Irmãos em Virgem Maria.

   Despeço-me com um abraço.
   Para estreitarmos o laço
   Da literária carreira,
   Garanto - somos parentes:
   Dos Domingues descendentes,
   Dos Barboza e dos Pereira!

         Bom Jardim -RJ
           em 20/09/2007
   
   
Vitório Sezabar
Enviado por Vitório Sezabar em 20/09/2007
Código do texto: T660978
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Sobre o autor
Vitório Sezabar
Bom Jardim - Rio de Janeiro - Brasil
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