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Carta Sem Destino

Tempo, que consigo tudo leva
que arrasta o que quer ficar
como um rio de águas violentas
que tudo leva ao mar
vem e leva ao infinito
tudo o que me faz sofrer,
leva como levou a felicidade
e nunca mais a trouxe novamente

Vento, que sopra aos meus ouvidos,
queres dizer alguma coisa?
Conta-me então, explica-me então.
Sopra com palavras doces que a felicidade te ensinou
conta-me onde mora a alegria
e por onde anda o amor

Terra, que guarda seus segredos no subterrâneo
me ensina a esconder a tristeza
e diz onde escondestes o que procuro.
Conta-me! Eu preciso saber!

Oh, céu! Residência das estrelas, do Sol e da Lua,
és residência de mais alguém?
Envia-me uma luz, e mostra-me o caminho,
já não sei onde quero chegar.

Não me resta nada, a não ser ilusão.
A esperança mergulhou nas profundezas do oceano e nunca mais voltou.
Está morta a esperança?
NÃO !
Está a procura da felicidade e regressará quando a encontrar!

Victor Friis
Enviado por Victor Friis em 25/09/2007
Reeditado em 25/09/2014
Código do texto: T667161
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Victor Friis
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 32 anos
6 textos (473 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 19/10/17 18:24)
Victor Friis