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CAIPIRA

QUEM PENSA QUE ME OFENDE
QUANDO ME CHAMA DE CAIPIRA,
TÁ É FAZENO UM ILOGIO
QUE NUM HÁ QUEM QUE ME TIRA.
E PRA FALÁ MEMO A VERDADE,
SÔ CAIPIRA SIM SINHÔ!
NUM INVEJO CANUDO,
ANÉR, NEM NOME DE DOTÔ.
ME CHAMÁ IEU DE CAIPIRA
NUM É ME CHAMÁ PRA BRIGA.
NA VERDADE É ME AGRADECÊ
POR ENCHÊ SUA BARRIGA.

Júlio Marques
Enviado por Júlio Marques em 26/09/2007
Reeditado em 13/11/2012
Código do texto: T668763
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Júlio Marques
Juiz de Fora - Minas Gerais - Brasil, 63 anos
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Júlio Marques