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O corrupto


Nas sombras da fogueira da solidão
Abrange o mal estar , corrompido pelo
Delírio do abismo da imaginação
Se veras falasse, verdade que consola
Faca de dois gumes que corta o corpo já dilacerado
Pelo tempo, cavalo alado rumo ao desconhecido
Galopar incensaste, que corta o vento
Deixando o cheiro podre de estrume por
onde passa, fogo que se alastra na escuridão
Ondas que ataca as indefesas
Pedras deixando-as em frangalhos
Coragem figurada, luta depravada
Com o mesmo vencedor


Carlos Antonio
Enviado por Carlos Antonio em 27/09/2007
Reeditado em 04/10/2007
Código do texto: T670423

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Sobre o autor
Carlos Antonio
Brasília - Distrito Federal - Brasil
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Carlos Antonio