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Vós à libertação

Eu aqui descontente como os descontentes,
Imperando a todos meu modo de pensar
De querer sanar o que jamais terá cura
Como um currupto palpite de relance
Lançado, trançado, escarpado, destrinchado
Saboreio a dor dos incapazes, minha própria dor
O soberbo inepto ineficaz, eficaz em lanças da mortália
Mundo pobre, jocoso, insolente e nefasto!
Resistência as classes!
Força as classes que não possuem mais título!
Pois erguem-se agora sob a mesma bandeira
E ferem-se pela desunião
Convido-os pobres soldados desunidos
a armarem-se com a mais potente arma que o homem jamais inventou
Apenas trabalhe suas cordas vocais com o ar que ali é modulado em som
Diga ao mundo, homem, sua diferença real dos animais
Diga as palavras homem, que por não dizer, você está enjaulado e aludido a eles, os animais
Profira homem as palavras que lhe impele a dor, e se repele em ódio
Não seja santo, seja apenas o que lhe vier em sua mente
Suas palavras o libertarão, e com elas seus sentimentos idizíveis,
Que são as chaves da sua libertação
A libertação de uma nação!

27 de setembro de 2007, Lages

Audrey Rodrigues



Audrey Rodrigues
Enviado por Audrey Rodrigues em 27/09/2007
Código do texto: T671142
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Sobre o autor
Audrey Rodrigues
Lages - Santa Catarina - Brasil, 35 anos
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