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COISAS SIMPLES


                           COISAS SIMPLES


Das coisas simples, mesmo simples, eu gosto.
De um bom vinho ou um bom queijo,
Ainda que d´algumas tenha desgosto
Por não ter o “tal “carinho ou “tal” beijo.

Não devo estar só nesta compaixão,
Não devo estar só, nesta frieza d´alma,
Deve haver por aí muito outro coração
Que vive e partilha esta calma.

Coisas simples se tornam complicadas,
Ninguém está isento de responsabilidades,
Por terem sido mal conduzidas e tratadas
Em todos os tempos e todas as idades.

Das coisas simples, mesmo simples, eu gosto.
Não sou de grande exigência.
Ter amigos e um ombro onde me encosto
É tudo e resolve qualquer insuficiência.

Corações de abertura retardada
Como andais enganados, ofegantes,
Cuidai bem da pessoa amada,
E vede como vos tornais bons amantes.
Povo Lusitano
Enviado por Povo Lusitano em 30/09/2007
Código do texto: T674492

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Sobre o autor
Povo Lusitano
Portugal, 62 anos
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Povo Lusitano